Momento Espírita
Curitiba, 06 de Março de 2026
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ícone O céu pode esperar

Centenas de estudos e pesquisas documentam a ligação entre fé e saúde, desde algum tempo, sucedendo-se estudos e pesquisas a respeito.

Segundo estatísticas, a devoção, o envolvimento em alguma crença religiosa, a frequência ao templo da sua fé, promovem efeitos positivos nas pessoas.

Vejamos alguns exemplos.

Vida mais longa.  - Pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, há alguns anos, revelou uma diferença de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentavam cultos religiosos e as que os frequentavam mais de uma vez por semana.

Bem-estar geral. - Pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor do livro Deus, fé e saúde, apontou que idosos que se consideravam religiosos evidenciaram menos problemas de saúde do que os não religiosos.

Melhor recuperação. - Estatísticas apontaram pacientes confortados pela fé com três vezes maior probabilidade de sobrevivência, após cirurgias cardíacas abertas, segundo estudo da Faculdade de Medicina de Dartmouth.

Batimentos mais firmes. - Em estudo feito na Índia, os participantes, em sua maioria hindus, que oravam regularmente, revelaram setenta por cento menos chances de sofrer de doença coronariana.

Pressão arterial equilibrada. - Em estudo realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Universidade Duke observaram um significativo efeito protetor contra a pressão alta entre aqueles que professavam alguma religião.

Boa saúde mental. - Frequentar locais de devoção tem relação com taxas menores de depressão e ansiedade, segundo pesquisa da mesma Universidade Duke, que incluiu quase quatro mil idosos.

Menos estresse. - Doutor Herbert Benson, de Harvard, autor da obra A resposta do relaxamento constatou, em várias pesquisas, que tanto a meditação quanto a oração, o tai chi chuan e a ioga provocam uma reação oposta ao estresse.

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Com essas informações, resultantes de pesquisas médicas, em variados anos, constatamos que a fé contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, não só com relação a enfermidades físicas, mas também às da alma.

É certo que a mente é o verdadeiro agente da saúde ou da doença, pois é a grande governadora do corpo.

Por sua vez, a ciência é a benfeitora da Humanidade, descobrindo as doenças e promovendo a cura, admitindo que há um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a fé.

Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma aliança entre a ciência e a religião.

Segundo ele, a ciência sem religião é paralítica. A religião sem a ciência é cega.

Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precipício cultural criado ao longo do tempo entre a fé e a ciência, sem dúvida, essa aproximação irá beneficiar a toda a Humanidade.

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A fé tem a função essencial de oferecer forças para solucionar problemas ao invés de afastá-los ou liberar o crente dos testemunhos necessários para a sua evolução.

Redação do Momento Espírita com base no artigo
 
Por que os médicos hoje acreditam que a fé cura?,  de
 
Seleções Reader's Digest de agosto/2001 e no verbete
 
, do livro Repositório de sabedoria, v. 1, pelo Espírito
Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,
ed. LEAL.
Em 28.2.2026

 

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