Centenas de estudos e pesquisas documentam a ligação entre fé e saúde, desde algum tempo, sucedendo-se estudos e pesquisas a respeito.
Segundo estatísticas, a devoção, o envolvimento em alguma crença religiosa, a frequência ao templo da sua fé, promovem efeitos positivos nas pessoas.
Vejamos alguns exemplos.
Vida mais longa. - Pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, há alguns anos, revelou uma diferença de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentavam cultos religiosos e as que os frequentavam mais de uma vez por semana.
Bem-estar geral. - Pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor do livro Deus, fé e saúde, apontou que idosos que se consideravam religiosos evidenciaram menos problemas de saúde do que os não religiosos.
Melhor recuperação. - Estatísticas apontaram pacientes confortados pela fé com três vezes maior probabilidade de sobrevivência, após cirurgias cardíacas abertas, segundo estudo da Faculdade de Medicina de Dartmouth.
Batimentos mais firmes. - Em estudo feito na Índia, os participantes, em sua maioria hindus, que oravam regularmente, revelaram setenta por cento menos chances de sofrer de doença coronariana.
Pressão arterial equilibrada. - Em estudo realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Universidade Duke observaram um significativo efeito protetor contra a pressão alta entre aqueles que professavam alguma religião.
Boa saúde mental. - Frequentar locais de devoção tem relação com taxas menores de depressão e ansiedade, segundo pesquisa da mesma Universidade Duke, que incluiu quase quatro mil idosos.
Menos estresse. - Doutor Herbert Benson, de Harvard, autor da obra A resposta do relaxamento constatou, em várias pesquisas, que tanto a meditação quanto a oração, o tai chi chuan e a ioga provocam uma reação oposta ao estresse.
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Com essas informações, resultantes de pesquisas médicas, em variados anos, constatamos que a fé contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, não só com relação a enfermidades físicas, mas também às da alma.
É certo que a mente é o verdadeiro agente da saúde ou da doença, pois é a grande governadora do corpo.
Por sua vez, a ciência é a benfeitora da Humanidade, descobrindo as doenças e promovendo a cura, admitindo que há um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a fé.
Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma aliança entre a ciência e a religião.
Segundo ele, a ciência sem religião é paralítica. A religião sem a ciência é cega.
Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precipício cultural criado ao longo do tempo entre a fé e a ciência, sem dúvida, essa aproximação irá beneficiar a toda a Humanidade.
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A fé tem a função essencial de oferecer forças para solucionar problemas ao invés de afastá-los ou liberar o crente dos testemunhos necessários para a sua evolução.
Redação do Momento Espírita com base no artigo
Por que os médicos hoje acreditam que a fé cura?, de
Seleções Reader's Digest de agosto/2001 e no verbete
Fé, do livro Repositório de sabedoria, v. 1, pelo Espírito
Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,
ed. LEAL.
Em 28.2.2026
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